Discurso Directo.

"O céu agora está completamente escuro, a luz do sol morreu e nem tenho a lua para o espelhar. Afinal, içar âncora deste sonho não é partir para construir outra realidade, é apenas regressar"

~Pai

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Outra vez

Outro momento na minha vida, onde eu chego a casa e agarro numa folha de papel por escrever e num lápis e tento voar para longe e deixar de pensar no agora. Nada. Os meus olhos acabam por embaciar e depois nada. Nada. Lágrimas. Olho para o meu telefone. Nada. Espero um sinal de vida. Nada. O simples facto de sonhar com uma relação que nunca foi, doí. Deito-me na cama. Olho de novo o telefone. Nada. Lágrimas outra vez. E afogo-me nelas, confortam-me. Adormeço e espero partir para um sonho melhor.

Estou aqui.

Será que aguento cair, agora que me levantei de novo? Jurei a mim mesma que não iria deixar-me ir, mas a minha cabeça não manda no meu coração. Ainda.
Deixas-me sempre a expectativa, mas nunca chegas lá perto, corres apenas metade do percurso, desistes a meio. Não vês que isso doí? Magoa saber que não queres entender que não estou bem. Sei que negas, mas sabes que não estou bem. Não te preocupas, não me falas, apenas o fazes quando necessário. E os teus "necessários" são apenas sentimentos materiais. Estou apenas a pedir-te para olhares para mim. Estou aqui. OLHA PARA MIM! Vês como não sorrio? A minha cabeça diz-me para esquecer e o meu coração diz-me para recordar. Se me amares como eu te amo, como alguém que tratou de mim toda a vida, demonstra-o, protege-me. Eu sou apenas uma criança com medo da trovoada. Preciso das tuas mãos grandes e mornas para me abraçar. Preciso de ti. E preciso que me vejas. Não como mulher. Mas como criança.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Música

Chego a casa,
Desço as persianas.
Deito-me na cama,
Ponho música a tocar.
Fecho os olhos.
E assim sou feliz.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Ana Sofia C dos Santos

Algo me diz que encontrei alguém importante,
Mas não sei se acredite.
Sempre me senti ignorada com muita gente,
Mas contigo,
Que conheço à uns meros 5 meses,
Sinto-me bem,
Posso falar contigo sobre tudo sem medos.
Espero apenas que esta pequena amizade cresça,
E fique enorme,
Tão grande que ninguém a poderá quebrar.